“Avião sem asa, fogueira sem brasa, sou eu assim sem você. Futebol sem bola, Piu-piu sem Frajola, sou eu assim sem você. Por que é que tem que ser assim? Se o meu desejo não tem fim… eu te quero a todo instante, nem mil alto-falantes vão poder falar por mim. Amor sem beijinho, Buchecha sem Claudinho, sou eu assim sem você. Circo sem palhaço, namoro sem amasso, sou eu assim sem você. Tô louca pra te ver chegar, tô louca pra te ter nas mãos… deitar no teu abraço, retomar o pedaço que falta no meu coração. Eu não existo longe de você e a solidão é o meu pior castigo. Eu conto as horas pra poder te ver, mas o relógio tá de mal comigo… Por quê? Por quê? Neném sem chupeta, Romeu sem Julieta, sou eu assim sem você. Carro sem estrada, queijo sem goiabada, sou eu assim sem você. Por que é que tem que ser assim? Se o meu desejo não tem fim. Eu te quero a todo instante, nem mil alto-falantes vão poder falar por mim. Eu não existo longe de você… e a solidão é o meu pior castigo, eu conto as horas pra poder te ver, mas o relógio tá de mal comigo…
— Adriana Calcanhotto,
Fico Assim Sem Você (via
sibilar)
“Olha só, como se tira o nó…”
Pessoas normais: Que palhaçada…

Eu: Olha só, como se tira o nó: Primeiro faz um nó, juba de leão, boné, cortina… PUNK… ROCKEIRO… ROCKEIRO… Agora tira o nó ASHUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA…
Fechar tchui-tchui… Secar tcha-tcha-tcha-tcha… Macio como a mão da mãe da gente. Passa o pente sem parar… UUUUUUUUuuuuuuuuuuuUUUUUUUUUUUuuuuuuuuuuuUUUUUUUUUUUUuuuuuuu..
Nó? Nónó.

(GabrielDuarte)